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O amor pela música em uma entrevista com a Hatomic

08 FEV 2019
08 de Fevereiro de 2019


A Hatomic foi criada em meados de 2017 pela vocalista Jennifer Poletto a fim de se destacar e desenvolver músicas autorais no meio metal brasileiro. Jennifer não teve dúvidas em chamar meninas que possuíssem o peso e responsabilidade necessários para encarar essa bronca, Thaís Dal Magro, guitarrista, foi a segunda integrante e logo depois Dani Borges, a dona das baquetas, para completar o time contamos com Bruna Cruz, baixista de mão cheia.

A banda traz influências do Heavy Metal, Thrash e algumas pitadas de Nu Metal, estilos combinados para garantir um som de muito peso para quem ouve.

Atualmente a banda esta trabalhando em músicas próprias para compor o seu primeiro EP, Disorder. As faixas serão lançadas uma a uma posteriormente nas redes sociais da banda.

Nosso colunista Cidade bateu um papo com elas, confira o lyric vídeo de "Disorder" e a entrevista abaixo.


Como está o processo de composição e gravação da HATOMIC? Disorder é uma grande música!

Obrigada!! Estamos muito felizes com os resultados até o momento e agradecemos imensamente todos que estão nos apoiando! O processo está indo muito bem. Sem pressa para entregar os trabalhos propostos, estamos finalizando as gravações da segunda música que será lançada junto com um  vídeo clipe. Estamos trabalhando com muito empenho em cada composição. Tenho certeza que terão algumas surpresas ao decorrer dos lançamentos.
 
Quais foram as primeiras influências de vocês, aquelas mais instintivas?

Jenifer: Levo como influências musicais Iron Maiden, Pantera, Corey Taylor, algumas coisas do Hard Rock e até do Glam metal. Sim, ouço muitos estilos, até fora do rock, afinal a boa música está acima de tudo.
Thaís: Minhas primeiras influências foram Black Sabbath, Iron Maiden e Metallica. Depois Kreator, Arch Enemy e Dimmu Borgir
Bruna: As bandas que me despertaram a vontade de tocar em uma banda bem no início da minha adolescência foram ACDC, Nirvana, Metallica, Hole, The Distillers, Fabulous Disasters, The Doors, Black Sabbath, Led Zeppelin.
 
O que vocês acham dessa onda de bandas de rock/metal apoiando a direita e o conservadorismo?

Acredito que todas as opiniões, escolhas, crenças, seja dentro do rock ou não, são válidas. Cada pessoa tem as suas e isso, acima de tudo, deve ser respeitado. A Hatomic em si, não levanta nenhuma bandeira ideológica ou política. O que sempre falará mais alto é nosso amor pela música e nada mais.
 
A palavra cena é usada de forma pejorativa hoje em dia, por produtores, donos de bares e até algumas bandas. Como trabalhar no underground sem estagnar?

Não acredito que a palavra seja usada de forma pejorativa, afinal ter uma cena que se apoia sempre foi o objetivo. Infelizmente, o que vejo, são músicos e bandas se boicotando por coisas pequenas, quando o objetivo principal não é todos terem a mesma opinião em diversas áreas, mas sim todos crescerem juntos em prol do que amam, a música. E acredito que uma boa forma de trabalhar para que não haja estagnação, são as parcerias de shows conjuntos, bandas se apoiando, irem aos festivais uma das outras, curtir e compartilhar as músicas, entre muitas outras coisas possíveis. Claro que ninguém é obrigado a gostar de tudo que ouve, mas estar mais aberto à música autoral é bom demais.


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