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Espiritualidade e delicadeza se encontram no disco 'Ecos', de Bia Sabino

09 AGO 2018
09 de Agosto de 2018

A ternura e versatilidade de Bia Sabino integra o disco “Ecos”, primeiro de inéditas da cantora e compositora. No trabalho, ela une todos os conhecimentos que adquiriu nos palcos desde a infância, as viagens pelo mundo, sua experiência como artista circense e a formação profissional como geóloga. “Ecos” contou com a produção musical de Glaucus Linx (Elza Soares, Isaac Hayes, Salif Keita, Alabê KetuJazz) e está disponível nas plataformas de streaming.


Bia Sabino cresceu com a arte. Aprendeu a amar o repertório de cantigas de ninar da mãe, a cantarolar todo o hino nacional aos 2 anos de idade e a ter responsabilidade aos 5, quando participou do coral do colégio. O talento precoce amadureceu e apresenta um disco cheio de experiências da vida. “Ecos” são 13 faixas que refletem a transformação e o amadurecimento da artista e sua visão integral do mundo.

O álbum versa sobre como a intimidade transforma as pessoas, deixando tudo ao redor diferente sem que se perceba. É a lei da ação e reação em sua forma mais sutil. Cada pedacinho das canções mostra um pouco de Bia e sua intimidade e doçura com relacionamentos, cotidiano e espiritualidade.

“O mundo me transforma, eu transformo o mundo. Somos uma onda, conectados em todos os sentidos por vibrações que emanamos e recebemos. Além daquela parte-essência que existe em nós e que ninguém consegue explicar, somos a soma, o produto, a divisão de tudo o que já nos tocou. ‘Ecos’ fala das conexões e experiências humanas como um fator transformador de quem somos, quem queremos ser e o mundo que criamos à nossa volta”,
diz Bia.


“Ecos” consolida uma busca por identidade, dividindo-se em dois momentos. O começo, extremamente solar, fala sobre nascimentos e descobertas do mundo; e a parte final, bem soturna, é uma jornada de autodescoberta inspirada pelo estudo dos chakras. O álbum inicia com relatos reais, como o de “Já Contei ao Meu Amor”. A faixa foi composta por Bia ainda na adolescência, e mostra os ares juvenis da cantora. “Coisa de Lua” foi composta após um desentendimento amoroso, tão inspirada quanto “Cilada”, que conta uma história de amor. Quarta faixa, “Seramar” foi escrita durante uma volta de veleiro em Ilha Grande, no Rio. A percussão e a melodia foram inspiradas no motor do barco e na batida do casco nas ondas. “Jabuticaba” e “Carry On” encerram o primeiro ciclo de canções, e exibem a multiplicidade de Bia, que além do português, também compõe em inglês.

A segunda parte de “Ecos” começa com “Quem Olha de Fora”. Relacionada ao primeiro chakra, a faixa fala sobre a aceitação de si mesmo. “A Vida É Flor” é o segundo chakra e está ligada ao feminino e às emoções, assim como o terceiro chakra “Rumos”, que aborda a capacidade de realização das pessoas. “Abrigo” é o quarto chakra, do amor em suas diversas facetas. A faixa seguinte, “Indomada”, é o quinto chakra e versa sobre a capacidade de se expressar e de mudar o mundo. O sexto, “Eu Posso Ver”, é a música que conversa sobre a intuição de todos. “Ecos” finaliza com o som da faixa-título. O sétimo chakra está ligado ao divino e ao propósito de vida.

“Ecos” foi fruto de uma campanha de financiamento coletivo, com uma produção musical de Glaucus Linx, mixagem de Daniel Alcoforado e masterização de Ricardo Garcia.

Por Daniel Pandeló Corrêa
Fotos por Camila Neves

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