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El Efecto lança novo álbum de inéditas, Memórias do Fogo.

03 MAR 2018
03 de Março de 2018

A descoberta do fogo provocou uma revolução na história da civilização. E é com o lançamento de “Memórias do Fogo” que a El Efecto também busca uma transformação. Em meio a uma época caótica de desinformação e inércia, a veia política da banda carioca pulsa forte. O disco é uma coletânea de ritmos, indo do samba ao metal, evocando a potência cultural da música brasileira. Cada canção pretende tornar-se uma chama, resgatando memórias para iluminar possíveis caminhos. O álbum, produzido por Patrick Laplan, Tomás Alem e a banda, e masterizado por Robert Carranza (Criolo, The Mars Volta, Ozomatli), é um lançamento Sagitta Records e já se encontra disponível para audição nas principais plataformas de streaming e para download gratuito no site da banda.


Para incendiar injustiças e acender contradições, o El Efecto transformou música em combustível para uma labareda. Inspirado na trilogia de nome semelhante de Eduardo Galeano, que fala sobre a trajetória da América Latina, o álbum evoca a importância de cultivarmos a chama interior, seja para jamais esquecer que o mundo está pegando fogo, ou até mesmo, para juntos, incendiá-lo em algum sentido.


“Percebemos que, de uma maneira ou de outra, as músicas tinham em comum a referência ao elemento do fogo. E juntas, compunham um painel poético de situações, personagens e alegorias que evocam lutas coletivas contra diferentes formas de opressão, espalhadas em cenários, épocas e realidades distintas. Uma evocação à necessidade mais objetiva de torrar os ônibus, por exemplo, ou à imagem da barricada.  A ideia é que cada uma das músicas pretende ser uma chama, pra esquentar, pra botar lenha na fogueira, pra incendiar nossos corações”, explica Bruno Danton.



O álbum “Memórias do Fogo” é um convite a conhecer e contar histórias. Com letras que evocam desde tradicionais símbolos de luta, até a ideia do empreendedorismo de faz-de-conta, o disco chama o ouvinte a questionar-se e, porque não, rebelar-se contra as lógicas da opressão.


O trabalho conta com diversas participações, como Aline Gonçalves, Gabriel Ventura, Ingra da Rosa, Helen Nzinga, Nina Rosa, Thiago Kobe, Daíra, Uirá Bueno, Bernardo Aguiar, entre outros. São sete faixas, sendo seis delas autorais e uma versão (“Chama Negra”), composição de Rachel Barros, interpretada pela própria.


“Acreditamos na música como forma de militância, um meio de organizar os sentimentos de indignação diante da injustiça social e das diversas formas de opressão, uma forma de estimular e abraçar as iniciativas de luta e, ao mesmo tempo, de nos sacudir, questionar o encaminhamento das nossas vidas, nossos gestos. Enfim, é uma trincheira para respirar, sentir, refletir e seguir ganhando terreno no confronto contra o massacre”, finaliza Gustavo Loureiro.


A capa, artes gráficas, conceitos e ilustrações do disco ficam por conta do artista visual Rafa Éis, numa proposta de parceria e diálogo entre o som e as imagens.


Outro aspecto audiovisual diz respeito aos vídeos das músicas. Todo processo de gravação foi registrado e, a partir disso, os materiais foram entregues a sete parceiros diferentes. Como resultado, cada canção terá um vídeo com um olhar e uma montagem particular que, após o lançamento, serão divulgados semanalmente no canal de YouTube da banda.


Firmando-se como um sexteto, a El Efecto é formada por Tomás Rosati (voz, cavaquinho e percussão), Cristine Ariel (guitarra, cavaquinho e voz), Tomás Tróia (guitarra e voz), Gustavo Loureiro (bateria), Bruno Danton (voz, violão e viola) e Eduardo Baker/Pedro Lima (baixo).


Ouça “Memórias do Fogo”


Spotify: http://bit.ly/MemoriasDoFogoSpotify

YouTube: http://bit.ly/MemoriasDoFogoYouTube

Deezer: http://bit.ly/MemoriasDoFogoDeezer

Google: http://bit.ly/MemoriasDoFogoGoogle

Apple: http://bit.ly/MemoriasDoFogoApple


Via Jùlia Ourique


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